Eu acho que eu sou o pior matemático que o mundo conheceu. Mas quem liga pra isso, se sou um cara tão lindo. Mas espera aí, eu não sou lindo, acho que não me enquadro nem em certas definições de bonitinho. Mas quem liga pra isso, se sou um cara tão simpático. Mas espera aí, não sou tão simpático assim, na verdade acho que a maioria das pessoas me considera um ser extremamente chato. Mas quem liga pra isso, se sou um cara tão cheio de coisas boas pra contar, bem na verdade não tenho coisas boas pra contar.
Mas quem liga pra isso, se sou um cara tão cheio de sorte. Bem, na verdade eu não tenho muita sorte, hoje mesmo eu estava pensando que, ou eu sou o cara mais azarado do mundo, ou todo mundo que eu conheço, faz parte do grupo mais sortudo do planeta. Mas quem liga pra isso, se sou um cara tão rico, bem acho que eu nem vou ironizar essa colocação, ela foi tão hilária por si mesma, que seria uma zambaria ao espírito da coisa querer complementá-la com meus comentários extremamente chatos.
Mas quem liga pra tudo isso?
Ideias Aritméticas
Quero aqui debater e instruir sobre o mundo louco que vivo! Ei, você vive nele também! Temos algo em comum amigo, então me ajude a entender essa bagunça, procuremos uma solução! Espero que gostem!
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Essa é minha nova música:
Dialogando
Existe uma boca feroz que consome tudo o que vê
Existe um moinho veloz, quem faz ele girar é você
Cuidado meu irmão, descalço nesse chão
Cuidado meu irmão, não faz bem para o seu coração
E nesse sistema do mal, que faz você trabalhar
Por aquilo que você sabe, ou imagina certo não estar
Cuidado meu irmão, a vida aqui é uma decepção
Cuidado meu irmão, falar demais nessa escuridão
Não venha me falar de ética
Quem fura fila merece perdão?
Não venha me falar do que é certo
Só porque o sangue que derramas, não está na sua mão
Não venha me falar de justiça
Pois bem aqui, ninguém pode julgar
Não venha me falar de amor
Pois nesse mar de vaidade, o que ninguém faz é amar
Mais pra frente, tento postar um vídeo.
Obrigado!
Dialogando
Existe uma boca feroz que consome tudo o que vê
Existe um moinho veloz, quem faz ele girar é você
Cuidado meu irmão, descalço nesse chão
Cuidado meu irmão, não faz bem para o seu coração
E nesse sistema do mal, que faz você trabalhar
Por aquilo que você sabe, ou imagina certo não estar
Cuidado meu irmão, a vida aqui é uma decepção
Cuidado meu irmão, falar demais nessa escuridão
Não venha me falar de ética
Quem fura fila merece perdão?
Não venha me falar do que é certo
Só porque o sangue que derramas, não está na sua mão
Não venha me falar de justiça
Pois bem aqui, ninguém pode julgar
Não venha me falar de amor
Pois nesse mar de vaidade, o que ninguém faz é amar
Mais pra frente, tento postar um vídeo.
Obrigado!
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Mudanças
Uma vida melhor. Acho que durante toda minha existência tenho procurado por isso, em todos os sentidos. E cada vez mais, percebo que minha procura se frustra nas injustiças desse mundo, que por mais que eu tente ser fiel aos meus preceitos, eles não são fieis a mim. O mundo dá voltas, eu fico parado.
Mexendo aqui nas minhas coisas, encontrei algumas linhas escritas em um momento de total entrega, acho que já faz uns 3 anos, me surpreendi com a veracidade dessas palavras na minha vida ainda hoje, e isso me desnorteou o suficiente para me fazer desabafar onde sei que o conforto não espera. Eis o fim do texto:
"Ei meus amigos, matem a saudade do velho perdedor! O cara que perdeu tudo, que na vida nunca amou. Ele está de volta, de cara e alma lavada, pronto pra conversar, pra contar suas decepções, enquanto ouve histórias do incrível êxodo rural dos que ficaram querendo apenas a roça".Se fosse tão fácil mudar, quanto se é falar sobre mudar, agora eu estaria fazendo as malas de minha alma, e partindo pra um lugar melhor, onde de fato eu seria feliz.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Arrumando as coisas
Bem, hoje tive que dar uma geral no meu quarto, organizar umas gavetas, ver o que da pra jogar fora, enfim: abrir espaço para as coisas novas. Não me surpreendi com a quantidade de bugiganga que eu tenho guardada, sempre fui assim, sei lá, dá uma pontada de tristeza toda vez que penso em jogar algo fora, o que me surpreendeu de verdade foi o efeito que mexer nessas coisas antigas me causou!
Sabe, pegar uma carta antiga (ou nem tão antiga assim), ou um objeto que foi importante em certa ocasião, traz à tona lembranças, que não adianta eu tentar explicar, não vou conseguir! Vem a certeza de que o tempo acaba corrigindo as coisas. Tanta coisa que em uma certa época da vida era tão importante, acaba não sendo mais.
É claro que esse efeito nostálgico foi potencializado por um dia não muito agradável. Não fiz absolutamente nada que se pode chamar de bom! Dormi a maior parte do dia, comi umas besteiras (vale lembrar que estou de regime), dei uma corrida, e o restante do tempo fiquei na Internet ou assistindo The Walking Dead! Vejam só, apenas coisas não saudáveis e depressivas, realmente não posso reclamar desse vazio que possuo agora no peito enquanto escrevo.
Conheço várias pessoas que iriam querer explicar esse vazio, e me darem várias formas de vencê-lo, mas a verdade é que todo mundo sente se assim de vez em quando. E quando se fica assim por muito tempo, os especialistas em mentes humanas, classificam o indivíduo como estando em Depressão, acho que é essa sensação, só pode ser!
Que atire a primeira pedra, quem nunca parou pra pensar na Existência e no Universo, e em como se é pequeno diante de tudo que há; quem nunca ficou triste por saber que poderia ter feito algo melhor, ou por saber que falhou com quem não poderia falhar.
A vida é assim mesmo, o importante é não desistir. Amanhã é outro dia e as coisas vão estar melhores, existem mais pessoas no mundo pra Tristeza ir atazanar, ela vai me deixar em paz, eu sei que vai!
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Justificando o Título
Se interessar a alguém, deixo aqui a fonte de inspiração para o título desse blog! Estava eu, a folhear o sensacional Dom Casmurro de Machado de Assis, quando me deparo com o título do capítulo 94: Ideias Aritméticas. Ao reler o capítulo, novamente o achei primoroso (novamente porque eu já havia achado primoroso das outras vezes que o tinha lido). Como eu já estava a procura de um título bacana pro meu depósito de textos, resolvi adotá-lo. Bem, minha principal justificativa é o fato de que nesse capítulo, o velho bruxo tenha explorado de maneira maravilhosa a relação entre letras e algarismos - os símbolos de nosso dia a dia!
Na verdade, a mistura desses símbolos é bastante comum a um estudante de Matemática! Se alguém não sabe, eu Lucas Briganti, sou um "feliz" aluno do curso de Matemática da Unesp Rio Claro. Assim sendo, tenho a inspiração e tenho a justificativa (não que eu precisasse de alguma delas). Soma-se a isso o fato de eu considerar Machado o maior autor brasileiro, e de achar bastante interessante começar algo citando sua obra. Segue um trecho do capítulo:
"(...) A vocação era tal que o fazia amar os próprios sinais das somas, e tinha esta opinião que os algarismos, sendo poucos, eram muito mais conceituosos que as vinte e cinco letras do alfabeto.
-Há letras inúteis e letras dispensáveis, dizia ele. Que serviço diverso prestam o d e o t? Têm quase o mesmo som. O mesmo digo do b e do p, o mesmo do s, do c e do z, o mesmo do k e do g, etc. São trapalhices caligráficas. Veja os algarismos: não há dous que façam o mesmo ofício; 4 é 4, e 7 é 7. E admire a beleza com que um 4 e um 7 formam esta cousa que se exprime por 11. Agora dobre 11 e terá 22; multiplique por igual número, dá 484, e assim por diante. Mas onde a perfeição é maior é no emprego do zero. O valor do zero é, em si mesmo, nada; mas o ofício deste sinal negativo é justamente aumentar. Um 5 sozinho é um 5; ponha-lhe dous 00, é 500. Assim, o que não vale nada faz valer muito, cousa que não fazem as letras dobradas, pois eu tanto aprovo com um p como com dous pp. (...)"
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